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GÊNERO INFANTIL / lenda revisitada:VELHO MONGE

 

a estória de moacir

um curumim atentado



Escrito por amaral às 22h54
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GÊNERO INFANTIL / lenda revisitada: ZABELÊ



Escrito por amaral às 22h51
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EXPOSIÇÃO VETOR PAGÃO

maio/Macapá

agosto/Manaus

outubro/São Luiz

CIRCUITO SESC AMAZONIA DAS ARTES


É uma proposta estética de virtualidade, associada à arte seqüencial e às artes gráficas,

uma vez que em ambiente digital a originalidade do objeto artístico está vinculada a um arquivo virtual  que se conclui em uma plotagem em suporte transparente.

 O objeto temático da exposição diz respeito ao universo paralelo hipocampo, pesquisa e obsessão estética, título da obra autoral premiada com o troféu hqmix 2000, como melhor obra independente.

A apropriação de elementos da publicidade, assim como o uso de películas transparentes ou mesmo com ferramentas do design gráfico, softs de manipulação e produção de imagens, esperimento uma aproximação das artes plásticas com outras expressões artísticas associadas as mídias de massa,

retomando a discursão sobre as fronteiras estéticas da arte contemporânea.

 

 

antônio amaral



Escrito por amaral às 23h37
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outra canção

da obra musical, inédita: vovôzim, meu padim, papai zabumba e eletronena

 

 

 

No pé de Dália tem 5 dedos

quando o gangugi trocou
o sol de lugar
pelos 7 cílios dela
a lua chorou

depois de beber o rio
o azul trovejou
assoprando as folhinhas
na mão do vovô

choveu na folha
cabaça encheu
agradecido guaxinim bebeu

depois de andar na chuva
labigó gripou
espirrando formiguinhas
brancas de isopor

pelas 7 mil cancelas
o amarelo entrou
avexado pela mata
procurando a flor

no fim da mata
tinha um jardim
e uma florzinha
que cantava assim

e a la cotia
tem dor de dente
e o sol é quente
como todo dia




antônio amaral: para Dália, a florzinha-do-pé-de-coité









Escrito por amaral às 23h04
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