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Escrito por amaral às 22h45
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ANFÍBIO
                                             


É descompassado o sonho
como os campos da madrugada
Erosões rampas abaixo
e os helicópteros incólumes
nos céus
Quero viver no Pacífico
Porque os peixes permitem
E organismos me encantam
Ou  é  pior  desalento
querer um meio: perder o centro

Mereço um recanto no Mediterrâneo
ou no Atlântico
Eu que sou brasileiríssima
fantástica, enfatizo a mágica
e aprendi a inusitar
nas cordilheiras ou no Índico
no Cabo da Boa Esperança
qualquer um, é meu lugar.   

 

 

Neuza Dias

   poeta de Santos  



Escrito por amaral às 10h11
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Seus companheiros de fé
são todos heróis marotos
pastores de lagartixas
filósofos de gafanhotos.

 

salgado maranhão

 

 



Escrito por amaral às 18h51
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o terrorista dos espelhos

como fazer terror sem derribar as torres

 

Charlie Chaplin(Ator de cinema britânico)
16-4-1889, Londres
25-12-1977, Corsier-sur-Vevey, Suíça

O grande mestre do humor, da sátira e da paródia era filho de artistas de palco, Hannah e Charles Chaplin. Como ator principal, autor e, ocasionalmente, compositor da trilha sonora, Charlie Chaplin, cujo nome real era Charles Spencer Chaplin, transformou em arte a chamada comédia-pastelão. Por meio da pantomima e da psicologia transformava os argumentos dos seus filmes em tragicomédias sobre personagens perseguidos que, com humor, paciência e um coração de ouro, se impõem aos caprichos do destino e à deslealdade da sociedade. Chaplin representava o célebre protagonista dos seus primeiros trabalhos, Carlitos, o vagabundo (este é também o título de um filme de 1915) identificado pelo bigode, um chapéu-coco e uma bengala de madeira. Trata-se de um personagem puro e sentimental que involuntariamente se vê envolvido nas mais grotescas aventuras.

netto:
designer gráfico
irmão de trincheira
e conterrâneo de bitorocara
( campo maior-pi )




Escrito por amaral às 18h49
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Brasil censura Lobato


pó-de-pirlimpimpim neles!


Era só o que faltava mesmo. Considerar a obra do Monteiro Lobato racista. O Sítio do Picapau Amarelo entrou na pauta de censura do Ministério da Educação. Sairá do rol dos paradidáticos. Ora viva, a rapaziada do politicamente correto continua procurando chifre em cabeça de jumento. E está encontrando.
Será falta do que fazer?
Ou falta de discernimento de que não se pode analisar o passado com as lentes do presente e do futuro? Ademais, a arte não é para ser objeto de superação. Pede-se que a obra do Monteiro Lobato seja revisada, como quem se revisa uma teoria científica. A antropologia brasileira foi revisada e revisitada, ultrapassando os limites racistas do Nina Rodrigues. Aí entrou Gilberto Freyre, Darcy Ribeiro, Roberto Damata, Clóvis Moura, Alcebiades Costa Filho (Floriano-PI) e tantos outros bons cientistas sociais brasileiros. Mas, fale-se bem ou mal, a obra do Nina Rodrigues não desapareceu das bibliotecas. Que eu saiba continua sendo lida e nem por isso a comunidade negra brasileira deixou de avançar em conquistas sociais, políticas e econômicas.
Sim, mas quem é mesmo que vai revisar a obra de Monteiro Lobato?
Quem vai tirar as frases ditas pela boneca Emília em diálogo com a Princesa, que por sua vez desistiu de tomar café para não se amulatar. O Monteiro Lobato já morreu, a obra não.
Não se faz a história de um povo apagando o seu passado. O Rui Barbosa mandou queimar todos os documentos sobre a escravidão brasileira. Hoje, esta documentação extraviada faz falta para os estudiosos, de dentro e de fora do país. Principalmente às universidades africanas. Joaquim Nabuco sempre bem falou que a escravidão negra no Brasil criara feridas de longeva cicatrização, quiçá que cicatrizem. Mas o apagamento da memória pelo Rui Barbosa ajudou a cicatrizá-las? Acho que não.
Ao invés desta patrulha antropológica de mau gosto e falta de erudição, devíamos era difundir a cultura da discussão de que o Brasil não tem minoria negra. O professor Francis Bukari (UFPI) disse uma coisa certa: Se a população brasileira é composta de mais de 60% de afro-descendentes (outro termo politicamente correto) então como é que negro é minoria?
É melhor procurar racismos, e discriminações outras entre os vivos e não entre os mortos. Querem criticar a pessoa do Monteiro Lobato que viveu há muitas gerações, critiquem. Mas querer modificar a sua obra, aí já é demais meu Deus.
Sou negro e sei que existem outras formas de combater o racismo e o pouco valor que se dá a quem ajudou a construir este país.
Saímos (em êxodo) do antigo Reino de Oyó para sermos grandes criadores de gado. Fomos grandes fundidores de metais nas Minas Gerais. A docilidade africana foi um mito, sempre tivemos a capacidade da revolta. Lembremo-nos da Revolta dos Malês, em 1835/36 na Bahia.
Não somos coitados, nem precisamos ser tutelados.
Precisamos de cidadania, cidadania, cidadania.
Basta de divisões bestas.


Acilino Madeira


http://www.vooz.com.br/blogs/brasil-veta-livro-do-escritor-monteiro-lobato-51458.html



Escrito por amaral às 21h18
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jorge mautner

http://setcuia.zip.net/

 

" eu amo a chuva.

tudo rola e se mistura.

(...)

é o descontínuo.

(...)

o imprevisto. "



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Escrito por amaral às 22h53
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jorge mautner

http://setcuia.zip.net/

 

" a liberdade do imprevisto

que é que nem um raio de luz enlouquecido (...) "




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Escrito por amaral às 22h46
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mautner

http://setcuia.zip.net/

 

"o vácuo morre quando se dança ou quando se está no ato sexual"

jorge mautner / deus da chuva e da morte ( 1962 )



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Escrito por amaral às 22h40
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Escrito por amaral às 22h32
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HQ

 

upaon-açú:

um monstro

uma serpente

uma cidade.

 

onde começa um

termina o outro.

 

para o poeta rubervan du nascimento

 



Escrito por amaral às 09h10
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o groove do sapo-mosca

da obra musical, inédita: vovôzim, meu padim, papai zabumba e eletronena


 

SAPO-MOSCA


desembestou nas cabeceiras
do impossível, a bananeira
onde a rã levita e cheira
o jabuti sem nadadeira

no canteiro da esperança
as minhoquinhas enchem a pança
são girinos essas lembranças
no papel-crepon desmancha

na beira da lagoa
um sapo-mosca avoa


urubu na cumeeira
souvenir de feiticeira
passarim de geladeira
cai a toa por besteira.

na folha da bananeira
bentivi matou coceira
por cima da ribanceira
gerimum perdeu a feira

na beira da lagoa
um sapo-mosca avoa


no olho dágua tem ramela
e o tatu tem manivela
3 labigó na janela
e um tokim preto de vela

piauzim na água benta
faz barulho mas não entra
na água do barreiro esquenta
uma panela com pimenta

na beira da lagoa
um sapo-mosca avoa

meia dúzia de gamela
e na cangaia a foto dela
uma ranzinha na cancela
e um cururu pensando nela

uma roupa domingueira
e um sabiá de jardineira
uma mosca que me queira
e umas lentes mais maneira

na beira da lagoa
um sapo-mosca avoa



Escrito por amaral às 10h42
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Escrito por amaral às 23h04
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Escrito por amaral às 20h58
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GÊNERO INFANTIL / lenda revisitada:VELHO MONGE

 

a estória de moacir

um curumim atentado



Escrito por amaral às 22h54
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GÊNERO INFANTIL / lenda revisitada: ZABELÊ



Escrito por amaral às 22h51
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