
côo o pó das estrelas sôo só de vê-las elias paz e silva
Escrito por amaral às 01h17
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HQ (inédito) de lendas piauienses na beira de um grande lago vivia um povo chamado amanajós
Escrito por amaral às 00h19
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LIVRO INFANTIL (inédito) de lendas piauienses
foge foge zabelê mandaú quer te pegar
Escrito por amaral às 23h57
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Lua Rua O poema concreto Lua Rua apresenta graficamente características do quadrilátero original da planta do projeto urbanístico concebido, no meado do século XIX, para a cidade a ser construída à margem direita do rio Parnaíba. Na concepção do poema, foram levantadas informações históricas e culturais relacionadas à contribuição dos escravos negros ladinos à construção da cidade de Teresina, trazidos das fazendas de criação de bois e cavalos, instaladas no Vale do Rio Canindé. Paulo Machado 
Escrito por amaral às 22h37
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O artista plástico Antônio Amaral lançou seu album de Histórias em Quadrinhos, Hipocampo, Vetor Pagão, 4ª ocorrência do seu trabalho autoral, em Coimbra na livraria Drkartoon no dia 3 de julho. Agora dia 12 de novembro junto com seu parceiro o poeta Paulo Machado, que também lança sua camiseta poética, a estética de um poeta sobre a cidade de teresina. estarão presentes os parceiros: Luzia Amélia Valeduaté
Casa da Cultura 12 de novembro às 19:30 hs
Escrito por amaral às 20h38
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é pió-ir do que ficar
Escrito por amaral às 22h59
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o macro-picle, extraído da metáfora da carnaúba, que sampleia o dígito inerte
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 19h01
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antônio amaral / exposição Coimbra, Portugal.
A releitura de imagens dos monumentos arquitetônicos da cidade de Coimbra, previamente selecionados, pertence à linguagem estética do artista dentro do recipiente da virtualidade, instrumento dos meios de comunicação de massa que sustentam e caracterizam a realidade contemporânea. O diferencial estético da proposta artística está fundamentada na célula composicional vetorizada do elemento matriz, estilizado, representado pela palma da carnaúba que substituirá a função do picles, elemento primordial no mapeamento da imagem do sistema bitmap, exercendo a função de um macro-picles. Enquanto o mapa binário dos bitmaps utiliza-se do sistema digital para o ajustamento do mosaico de picles, o artista faz sua interpretação da imagem através do seu macro-picles elementar, o vetor analógico e manual, com o qual inverte a função, ao invés da máquina imitar o humano, este imita a máquina, fazendo um sampler da linguagem digital, num sotaque pós-humano. A opção pela forma triangular e pelas linhas retas, que dificultam a estruturação de planos circulares, assim como o abandono das curvas, é o seu desafio. A escolha é fundamentada em princípios da matriz antropofágica que remete à identidade de culturas primitivas em que o ritmo ternário, assim como a iconografia dos triângulos, são determinantes no universo lúdico e mítico dessas culturas. Tal conceito se materializa de forma conclusiva pelo resultado de apropriação do elemento estrangeiro digerido e expelido na linguagem estética. Como forma inusitada de proposta de objeto artístico, a obra, que habita a realidade virtual, não possui um original, as convenções paradigmáticas de uma obra original são, dessa forma, motivo de reflexão. Esse discurso estético traz a tona os conceitos e os caminhos por quanto passa a arte contemporânea, além de trazer um diferencial de autonomia na relação do sujeito com o objeto-artístico, possibilitando diferentes formatos e suportes para a realização desse mesmo objeto que será concluído de forma interativa, com o sujeito participando da configuração final da obra. Será através da impressão do arquivo presente na mídia, cd, que o observador, diante desse pré-objeto artístico, vislumbrará a imagem da obra criada optando pelo formato e suporte que preferir, conferindo a este a autonomia da temporalidade e existência da obra. antônio amaral
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 20h58
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Igreja de Santo Antônio dos Olivais-Coimbra imagem vetorial é um tipo de imagem gerada a partir de descrições geométricas de formas, diferente das imagens chamadas mapa de bits, que são geradas a partir de pontos minúsculos diferenciados por suas cores. Uma imagem vetorial normalmente é composta por curvas, elipses, polígonos, texto, entre outros elementos, isto é, utilizam vetores matemáticos para sua descrição. O efeito estético das imagens vetorizadas depende da técnica do artista e de sua apuração artística. No caso de Antônio Amaral o que leva-se em conta é a sua experiência como artista plástico experimentado, quadrinhista premiado e designer gráfico com experiência em Publicidade e Propaganda, no Brasil e no exterior.
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 00h02
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hipocampo 4ª ocorrência / HQ inédita venho de uma obsessão atávica, da necessidade de outros focos, na avalanche de tudo, como não poderia ser diferente, como parte do que rola com os seixos, parte do movimento, da anti-inércia, do impulso que vem depois de um apoio, antes que o caminho se desgaste de tanto ir e vir, dos grandes épicos e das velhas escrituras, empurrando o enigma, embutido em metáforas e mistérios e as vezes, quando achamos que estamos chegando, estamos saindo, ou quando abrimos a última porta vislumbramos o alef, um novo começo que parecia o fim, o que para a lagarta parece o fim, para a borboleta é só o começo. o silêncio é o pai do susto, e a palavra, sua irmã. quando pensávamos que era outro, era só o ><’’º>. amaral
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 23h57
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hipocampo 4ª ocorrência / HQ inédita caramujoblue pagina2
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 09h06
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hipocampo 4ª ocorrência / HQ inédita salamandra pagina1
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 09h00
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Edgar Franco é figura conhecida no universo dos quadrinhos independentes brasileiros. Desde os anos 1980 vem publicando fanzines, revistas e álbuns onde mostra sua verve incomum não só na expressão gráfica, como em seu universo conceitual. Seu trabalho chegou a despertar a atenção do mercado, cujo álbum BioCyberDrama, de sua autoria em parceria com Mozart Couto, fora editado pela Opera Graphica.
Doutor em Artes pela USP, atualmente Edgar é professor da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás. No campo acadêmico, desenvolve pesquisas no que ele denominou de HQtrônicas, fazendo a transposição dos quadrinhos para o meio eletrônico. O resultado de suas pesquisas encontra-se no livro HQtrônicas, do suporte papel à rede Internet, editado pela Fapesp e Annablume.
Com Marca de Fantasia Edgar tem uma longa relação. Na década de 1990 foi um dos protagonistas da revista Tyli-Tyli/Mandala, dedicada aos quadrinhos poéticos. Lançou também álbuns como Agartha e Elegia. Agora retoma a revista Artlectos e Pós-Humanos, editada anteriormente pela SM Editora.
Personalidade complexa, com atuação nos quadrinhos, na música eletrônica, na internet e no vídeo, Edgar relata seu fazer artístico numa entrevista conduzida por Michelle Ramos, autora do blog Zine Brasil. O fanzine traz ainda uma amostra do trabalho criativo de Edgar, com duas histórias em quadrinhos, cartum de Sergio Más, resenhas e cartas, mantendo sua fórmula original. (Dr. Henrique Magalhães - UFPB)
Top! Top! 25 - Edgar Franco João Pessoa: Marca de Fantasia, março 2009, 40p. 14x20cm. ISSN 1415-8558.R$6,00 Para adquirir acesse: www.marcadefantasia.com
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 12h21
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título: habitado, ast, 150/130cm, 2009 O que essa imagem tem em comum com kandinsky, maiakosvski ou soljenitsine, diria que muito pouco se não levasse em questão a representação da arte como objeto de discussão e reflexão para alguns temas. Aqui, oportunamente me ocorre o realismo socialista. Embora, essa pintura, penso eu, não comporte esse triste emblema, por isso esteja aqui, junto com esse insignificante discurso. Talvez por ter, essa tela, um apelo temático sobre habitação, tentei vendê-la a instituição ADH, antiga COHAB que depois de apreciada por seus membros, foi recusada, como seria de legítimo direito, pois não se trata de imposição, mesmo porque o fenômeno estético habita a relação entre sujeito e objeto, e a possibilidade de rejeição é perfeitamente compreensiva, fato não fosse a justificativa de lastimável pretensão. A imagem se trataria, na compreensão deles, de uma favela e que isso não ficaria bem e nem é o objetivo da empresa, como se a instituição fosse um templo onde certas imagens são maléficas. Penso na limitação estética de nossa esquerda, digo assim, porque sabemos que são homens de nossa esquerda ideológica que gerenciam a instituição, e esse é um comentário retórico típico desse pensamento. Quando kandisnk saiu da Rússia, fugia desse tipo de pensamento desse pensamento totalitário chamado realismo-socialista que tinha como ponto indiscutível a estética de seus artistas a serviço do regime. Fico imaginando como um equívoco assim sobrevive tanto tempo, mesmo depois de tanta demonstração de sua intolerância. Parece que de nada valeu o esforço de pensadores, até de sua própria corporação marxista, como Walter Benjamin, em tentar fazer seus patrícios compreenderem que a arte não existe apenas pela natureza semântica, temática, não é apenas conteúdo, existe o fenômeno estético, e este habita uma relação onde um dos elementos envolvido é o humano, portanto, emocional, sensorial não cartesiano e que a arte como natureza libertária não está a serviço de nenhum pensamento. Mesmo que essa imagem traga a força do tema, habitação, não traz o óbvio, respostas, soluções. A arte não responde, pergunta. Infelizmente o que queriam era uma ilustração da instituição, isso não fui e nem serei capaz de fazer. antônio amaral
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 23h18
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titulo ciranda desafinada categoria livro infantil autores cineas santos e antônio amaral editora escala
cochichos - De que vive o beija-flor? - De beijar, responde a flor. - Isso não tem cabimento, protesta, irritado, o vento. - Isso não é profissão, murmura, baixinho, o chão. E a sorrir, explica a flor: - Quem beija vive de amor. cineas santos
Escrito por ><°>, o outro porta voz às 12h46
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